O ataque à Capelania Evangélica Hospitalar

A Associação de Capelania Evangélica Hospitalar tem um sólido e respeitado trabalho, que é desenvolvido há vários anos e hoje atua em mais de 130 instituições de saúde no Brasil e algumas no exterior, principalmente hospitais. É um trabalho reconhecido por sua seriedade, qualificação técnica e pelos benefícios que proporciona a pacientes, familiares e também aos profissionais de saúde. Os capelães dedicam-se a levar conforto espiritual a esses ambientes, centralizando sua mensagem no Evangelho. E esta é a verdadeira “pedra no sapato”, que tem incomodado grupos que militam em favor dos direitos dos homossexuais.

A Capelania Evangélica tem sofrido ataques difamatórios, que tentam desqualificar seu trabalho, através de uma série de acusações, desde um suposto preconceito até o despreparo técnico. Essa onda de ataques visa basicamente impedir o acesso dos capelães aos homossexuais internados nas unidades hospitalares.

A base do Evangelho não é o preconceito e sim a aceitação; ele não produz escravidão e sim liberdade. Sua mensagem expressa o mais sublime amor e, justamente por isso, indica ao ser humano o caminho da transformação (Gl 3.28; 5.1; Rm 5.8; Tt 2.11-12).

As Escrituras mostram que o homossexualismo é algo que Deus reprova. Informar a um homossexual que a transformação procedente do Evangelho inclui o abandono desse tipo de comportamento não pode ser tachado de preconceito e muitos ex-homossexuais são a prova viva dessa realidade (Rm 1.27; I Co 6.9-10; I Tm 1.8-10; II Pe 2.6-8; Jd 1.7).

A cidade de Corinto era conhecida na Antiguidade como lugar de padrões morais muito baixos. Ali havia muita prostituição e homossexualismo, entre outras coisas. Com a chegada do Evangelho várias pessoas se converteram a Cristo e, consequentemente, tiveram suas vidas transformadas. O apóstolo Paulo menciona essa mudança ao escrever para a Igreja daquela cidade (I Co 6.9-11).

Atualmente há uma certa animosidade em relação a este assunto e exageros são cometidos de todos os lados, o que requer sensatez daqueles que levam o Evangelho a sério. Do ponto de vista bíblico, homossexuais são seres humanos tão necessitados da graça de Deus quanto qualquer outro. Se permitirem que o Evangelho lhes seja comunicado, ótimo; se não querem ouvir, é uma pena, mas é um direito que lhes cabe.

Não se pode acusar de preconceituosas as pessoas que estão apenas expressando sua fé de forma respeitosa e pacífica. O cristão autêntico não é homofóbico e, se alguns usam as Escrituras para ofender homossexuais ou quem quer que seja, esse já é outro problema. Não é o caso daqueles que trabalham junto à Capelania Evangélica, que, aliás, são eles mesmos vítimas de preconceito.

Uma Petição Pública digital em favor do trabalho desenvolvido pela Capelania Evangélica pode ser acessada e assinada na seguinte página:

Apoio ao Serviço de Capelania Evangélica

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